
A Serra da Mantiqueira é sem dúvida um dos paraísos para a prática de Mountain Bike no Brasil, como já havia dito, tanto pela técnica quanto pelas belas paisagens.
Acho que neste aspecto as fotos falam por si só.
Nesta Quinta-Feira de 20 de março saímos de São Paulo tarde, já passavam da 1:00 da manhã pois precisávamos evitar os tradicionais congestionamentos de véspera de feriado, mas não foi só por isso: uma infinidade de detalhes a providenciar para a nossa pequena aventura: revisão das bikes, combustível e pneus do carro, equipamentos do acampamento, alimentação, roupas, além de instalar o rack para as três bikes no teto do meu carro que seria conduzido pelo Juliano.
De seis ciclistas que iam participar só dois bravos guerreiros se mantiveram: o Ivan e o Pedro, dois amigos da época do colegial e o Juliano, meu irmão, de apoio.
Contávamos com uma pick-up F-250 de um outro amigo que desistiu: sobrou para o meu Fiesta novinho (se chovesse muito, seria pior) mas pelo menos o carro não era 1.0 e foi bem valente nas subidas carregado até não poder mais.
Obs. Não recomendo essas estradas para carros muito baixos e com lama só 4x4 ou bem altos porque com chuva a coisa piora.
Chegamos em Pindamonhangaba na fazenda de um tio por volta das 3:00 da manhã e fomos direto para cama (direto mesmo, nem tiramos nada do carro) para descansar ao máximo (horário nada aconselhável para quem enfrentaria quase 90 km de trilha no pedal).
Enfim, acordamos cedo e fomos abastecer o carro (melhor sair de tanque e barriga cheios) e lá na lojinha do posto mesmo tomamos café da manhã em Pinda. Calibramos os pneus das bikes (usamos bem duros, 55 libras para trilha) o que ajuda por um aspecto (bike mais leve) e atrapalha por outro (bike menos aderente às pedras na subidas e mais dura nas descidas). Optei por deixá-las mais leves e “agüentar” o tranco.
Depois da subida ainda de carro, chegando em Campos, logo que passamos o portal da cidade viramos à esquerda onde existe uma estrada que leva ao Auditório Cláudio Santoro
e perto de lá uma estrada já de terra, início da trilha.
Tudo pronto, abastecidos de água, óculos, capacete e seguimos em frente.
De cara um inesperado “Down Hill” de uns 4 km dava falsa sensação de “moleza” para a estrada que estava por vir. Gonçalves é mais baixo do que Campos, mas nem tanto pensei.
Aproveitei para aquecer o corpo e “me joguei” na trilha a 40-50 km/h em alguns trechos.
Pouco depois chegaram o Pedro e o Ivan, mas o Pedro sem suspensão dianteira, já começava a sofrer com as Pedras.
Seguimos pela estrada com vistas lindas da Pedra do Baú e das montanhas da Mantiqueira em direção à São Bento do Sapucaí. Chegando na cidade encontramos um pessoal de bike que nos indicou o caminho: 8 km de asfalto, depois à esquerda na estrada de terra chegando no “trevo” e morro acima para subir tudo de novo o que tínhamos descido de uma vez só:
Acho que neste aspecto as fotos falam por si só.
Nesta Quinta-Feira de 20 de março saímos de São Paulo tarde, já passavam da 1:00 da manhã pois precisávamos evitar os tradicionais congestionamentos de véspera de feriado, mas não foi só por isso: uma infinidade de detalhes a providenciar para a nossa pequena aventura: revisão das bikes, combustível e pneus do carro, equipamentos do acampamento, alimentação, roupas, além de instalar o rack para as três bikes no teto do meu carro que seria conduzido pelo Juliano.
De seis ciclistas que iam participar só dois bravos guerreiros se mantiveram: o Ivan e o Pedro, dois amigos da época do colegial e o Juliano, meu irmão, de apoio.
Contávamos com uma pick-up F-250 de um outro amigo que desistiu: sobrou para o meu Fiesta novinho (se chovesse muito, seria pior) mas pelo menos o carro não era 1.0 e foi bem valente nas subidas carregado até não poder mais.
Obs. Não recomendo essas estradas para carros muito baixos e com lama só 4x4 ou bem altos porque com chuva a coisa piora.
Chegamos em Pindamonhangaba na fazenda de um tio por volta das 3:00 da manhã e fomos direto para cama (direto mesmo, nem tiramos nada do carro) para descansar ao máximo (horário nada aconselhável para quem enfrentaria quase 90 km de trilha no pedal).
Enfim, acordamos cedo e fomos abastecer o carro (melhor sair de tanque e barriga cheios) e lá na lojinha do posto mesmo tomamos café da manhã em Pinda. Calibramos os pneus das bikes (usamos bem duros, 55 libras para trilha) o que ajuda por um aspecto (bike mais leve) e atrapalha por outro (bike menos aderente às pedras na subidas e mais dura nas descidas). Optei por deixá-las mais leves e “agüentar” o tranco.
Depois da subida ainda de carro, chegando em Campos, logo que passamos o portal da cidade viramos à esquerda onde existe uma estrada que leva ao Auditório Cláudio Santoro
e perto de lá uma estrada já de terra, início da trilha.
Tudo pronto, abastecidos de água, óculos, capacete e seguimos em frente.
De cara um inesperado “Down Hill” de uns 4 km dava falsa sensação de “moleza” para a estrada que estava por vir. Gonçalves é mais baixo do que Campos, mas nem tanto pensei.
Aproveitei para aquecer o corpo e “me joguei” na trilha a 40-50 km/h em alguns trechos.
Pouco depois chegaram o Pedro e o Ivan, mas o Pedro sem suspensão dianteira, já começava a sofrer com as Pedras.
Seguimos pela estrada com vistas lindas da Pedra do Baú e das montanhas da Mantiqueira em direção à São Bento do Sapucaí. Chegando na cidade encontramos um pessoal de bike que nos indicou o caminho: 8 km de asfalto, depois à esquerda na estrada de terra chegando no “trevo” e morro acima para subir tudo de novo o que tínhamos descido de uma vez só:
ou seja, passamos por um vale.
Já perto da subida que voltaria a ser de terra, encontramos um pessoal meio diferente com mochilas grandes e rádio na mão saindo do meio do pasto: era uma galera que acabava de pousar de paraglyder vindos do alto da Pedra do Baú (que não estava tão perto assim, portanto um vôo e tanto). Nesse momento tive a exatidão do lugar em que estávamos pois do alto da Pedra do baú lembro de ver um vale mais ou menos onde fica o Acampamento Paiol Grande para quem conhece.
Já perto da subida que voltaria a ser de terra, encontramos um pessoal meio diferente com mochilas grandes e rádio na mão saindo do meio do pasto: era uma galera que acabava de pousar de paraglyder vindos do alto da Pedra do Baú (que não estava tão perto assim, portanto um vôo e tanto). Nesse momento tive a exatidão do lugar em que estávamos pois do alto da Pedra do baú lembro de ver um vale mais ou menos onde fica o Acampamento Paiol Grande para quem conhece.
O Juliano deu carona com o carro para um deles que tinha o rádio de comunicação sem sinal e nos prometeram um belo desconto quando quiséssemos saltar um dia. Descansamos um pouquinho, nos preparamos para a subida e eu avisei:
- Acabou a moleza galera, estão vendo aquela montanha bem alta lá na frente?
Vamos subir.
E não é que a subida foi mesmo difícil? Tão difícil que os meus companheiros tiveram que “pular essa parte” e colocaram as bikes na capota do carro. Eu segui em frente com a certeza de que depois daquela pirambeira (já estávamos a uns 25 km desde Campos) já estaríamos perto do “Base Camp” em Gonçalves. Sugeri que eles seguissem de carro e que já fossem procurando o Camping e foi o que fizeram.
Essa foi a parte mais difícil da subida: ela ficava cada vez mais íngrime, o clima estava uma mistura de sol queimando de um lado com nuvens pretas ameaçando chover do outro lado e eu não conseguia pedalar direito porque as pedras ainda eram soltas.
Desci da bike e a empurrei por cerca de 40 minutos subindo, um passo depois do outro.
- Acabou a moleza galera, estão vendo aquela montanha bem alta lá na frente?
Vamos subir.
E não é que a subida foi mesmo difícil? Tão difícil que os meus companheiros tiveram que “pular essa parte” e colocaram as bikes na capota do carro. Eu segui em frente com a certeza de que depois daquela pirambeira (já estávamos a uns 25 km desde Campos) já estaríamos perto do “Base Camp” em Gonçalves. Sugeri que eles seguissem de carro e que já fossem procurando o Camping e foi o que fizeram.
Essa foi a parte mais difícil da subida: ela ficava cada vez mais íngrime, o clima estava uma mistura de sol queimando de um lado com nuvens pretas ameaçando chover do outro lado e eu não conseguia pedalar direito porque as pedras ainda eram soltas.
Desci da bike e a empurrei por cerca de 40 minutos subindo, um passo depois do outro.
Minha energia estava acabando e tomei um daqueles energéticos de maltodextrina, que me deu um “turbo” e melhorou bastante, consegui subir de novo na magrela e tomei coragem pensando na gostosa descida que me aguardava.
Boa recompensa, cheguei no topo do morro com uma belíssima vista da cidade de São Bento do Sapucaí e comecei um trecho muito agradável entre plano e descida entre as árvores.
Começava a surgir uma vegetação mais típica do sul de minas e Monte Verde com mais araucárias e árvores altas entre outras texturas interessantes da vegetação da Mantiqueira.
Neste ponto encontrei o pessoal voltando para me avisar que encontraram um lugar bacana para acampar: continuei de bike acompanhando o carro... o objetivo era não subir de jeito nenhum no carro apesar de cansado já com 43 km de pedalada entre asfalto, terra, descidas e subidas íngimes de muita pedra.
Afinal era um pequeno desafio, quem sabe o primeiro de outros mais ousados de bike.
Chegando lá, bacana mesmo! Uma pequena roça ao pé de uma Pedra com um restaurantinho de comida mineira do gente boníssima Sr. Antonio.
Combinamos o jantar que ficaria pronto em 20 minutos, tempo para armar a barraca e começar a chover quando já estávamos sentados no abrigo do restaurante comendo.
Gente boa também esse tal de São Pedro porque acabou o jantar e a chuva também.
Armamos a barraca e curtimos a segunda atração do passeio depois de pedalar, acampar é muito gostoso nessa região. Fogueira, uma Lua de fazer sombra e muitas risadas e histórias.
Noite maravillhosa: lembrei e senti falta de alguns amigos que gostaria que tivessem lá com a gente. (principalmente, um bom lugar para voltar com uma namorada)
O plano era: acordar cedo, sem embromação, arrumar tudo e cair no pedal.
Plano cumprido, seguimos confiantes até que a ladeira de Pedra novamente apareceu na nossa frente. Eu que tinha descansado muito bem à noite, subi sem problemas.
O pulso do Pedro estava doendo muito por causa da falta da suspensão dianteira e ele desistiu no começo da subida. Foi muito bem de qualquer forma, mas não tem jeito, tem que treinar e a suspensão é fundamental para esse tipo de terreno.
Boa recompensa, cheguei no topo do morro com uma belíssima vista da cidade de São Bento do Sapucaí e comecei um trecho muito agradável entre plano e descida entre as árvores.
Começava a surgir uma vegetação mais típica do sul de minas e Monte Verde com mais araucárias e árvores altas entre outras texturas interessantes da vegetação da Mantiqueira.
Neste ponto encontrei o pessoal voltando para me avisar que encontraram um lugar bacana para acampar: continuei de bike acompanhando o carro... o objetivo era não subir de jeito nenhum no carro apesar de cansado já com 43 km de pedalada entre asfalto, terra, descidas e subidas íngimes de muita pedra.
Afinal era um pequeno desafio, quem sabe o primeiro de outros mais ousados de bike.
Chegando lá, bacana mesmo! Uma pequena roça ao pé de uma Pedra com um restaurantinho de comida mineira do gente boníssima Sr. Antonio.
Combinamos o jantar que ficaria pronto em 20 minutos, tempo para armar a barraca e começar a chover quando já estávamos sentados no abrigo do restaurante comendo.
Gente boa também esse tal de São Pedro porque acabou o jantar e a chuva também.
Armamos a barraca e curtimos a segunda atração do passeio depois de pedalar, acampar é muito gostoso nessa região. Fogueira, uma Lua de fazer sombra e muitas risadas e histórias.
Noite maravillhosa: lembrei e senti falta de alguns amigos que gostaria que tivessem lá com a gente. (principalmente, um bom lugar para voltar com uma namorada)
O plano era: acordar cedo, sem embromação, arrumar tudo e cair no pedal.
Plano cumprido, seguimos confiantes até que a ladeira de Pedra novamente apareceu na nossa frente. Eu que tinha descansado muito bem à noite, subi sem problemas.
O pulso do Pedro estava doendo muito por causa da falta da suspensão dianteira e ele desistiu no começo da subida. Foi muito bem de qualquer forma, mas não tem jeito, tem que treinar e a suspensão é fundamental para esse tipo de terreno.
Uma das principais vantagens da suspensão dianteira: poupar os braços e pulsos do ciclista.
O Ivan também pegou uma caroninha com o carro na subida mas logo voltou a pedalar comigo mais à frente.
Faltavam “uns 40 km” (sic) até Monte Verde como dizia a curiosa placa.
Depois desta subida curtimos o que foi para mim o trecho mais gostoso de pedalar: começamos com o terceiro “down hill’ da pedalada e nesse eu exagerei, quando por muito pouco não fui para o chão numa depressão da trilha. Fui olhar para trás para ver onde o Ivan estava (burrice a minha) e perdi a concentração entrando a uns 40 km/h num buraco que não sei como saí meio que saltando e caindo milagrosamente ainda em cima da bike.
Foi um aviso: se eu caísse lá era o fim do passeio e quem sabe alguns dias no hospital.
Já falei sobre descer morro por aqui no Blog: é uma delícia mas é preciso ter absoluta concentração, dosar os freios, usar o corpo. Uma pequena distraída pode significar chão!
Depois dessa descida e algumas curvas, esperamos um trator que arrumava a estrada.
Estando ainda inteiro, continuamos por uns 15 km muito gostosos de curvas, piso plano e rendendo bastante. Só de gatorade, eu bebi uns 2 litros (de dia é calor).
Algumas bifurcações, algumas perguntas para moradores locais e chegamos mais ou menos no km 60 a 27 do final numa nova subida. O Ivan estava indo bem, mas muito menos treinado uma hora também desistiu, agora era só eu no meu próprio desafio.
Bom, também afinal eu que inventei esse negócio, tenho que me matar de pedalar mas acabar em Monte Verde em cima da bike.
Alguns trechos de curvas, passa um riacho aqui, uma porteira ali e quando eu menos esperava...sim! Ladeira de novo, e outra para não botar defeito.
Servindo como consolo estar entre belíssimas árvores e a pouquíssimos km de Monte Verde. Aquela deveria ser a última pirambeira da pedalada, mas eu já estava como um motorzinho, parece que o corpo se adapta aquela situação. É um exercício psicológico interessante administrar a força do corpo, a energia e a ansiedade.
Pedalei legal em primeira marcha tentando não precisar descer de novo da bike para empurrar porque isso fazia perder muito tempo. Consegui fazer essa ladeira das árvores no em cima da minha companheira bicicleta.
Enfim, uma placa marrom simples, curta e grossa: MONTE VERDE
Que legal. Mas queria chegar o asfalto, como planejei. Uma reta, uma descida, mais uma subidinha para detonar de vez e ...asfalto! Cheguei, que gostoso. Poderia ir até a rua principal, até o Camping, mas chega! Tô exausto. Coloquei a bicicleta no rack e fomos procurar o camping.
Barracas prontas, tudo certo, banho tomado, deixamos as bikes no teto do carro mesmo e
Fomos curtir Monte Verde. Uma cantina italiana...ahhh Canelloni.
Acabamos numa cervejaria de importadas.
Erdinger, Paulaner, Guiness, Spaten, Oettinger...
Depois de alguns “gatorades frutas cítricas” aquilo era o paraíso.
Todo o desafio cumprido merece ser comemorado.
Abraços
O Ivan também pegou uma caroninha com o carro na subida mas logo voltou a pedalar comigo mais à frente.
Faltavam “uns 40 km” (sic) até Monte Verde como dizia a curiosa placa.
Depois desta subida curtimos o que foi para mim o trecho mais gostoso de pedalar: começamos com o terceiro “down hill’ da pedalada e nesse eu exagerei, quando por muito pouco não fui para o chão numa depressão da trilha. Fui olhar para trás para ver onde o Ivan estava (burrice a minha) e perdi a concentração entrando a uns 40 km/h num buraco que não sei como saí meio que saltando e caindo milagrosamente ainda em cima da bike.
Foi um aviso: se eu caísse lá era o fim do passeio e quem sabe alguns dias no hospital.
Já falei sobre descer morro por aqui no Blog: é uma delícia mas é preciso ter absoluta concentração, dosar os freios, usar o corpo. Uma pequena distraída pode significar chão!
Depois dessa descida e algumas curvas, esperamos um trator que arrumava a estrada.
Estando ainda inteiro, continuamos por uns 15 km muito gostosos de curvas, piso plano e rendendo bastante. Só de gatorade, eu bebi uns 2 litros (de dia é calor).
Algumas bifurcações, algumas perguntas para moradores locais e chegamos mais ou menos no km 60 a 27 do final numa nova subida. O Ivan estava indo bem, mas muito menos treinado uma hora também desistiu, agora era só eu no meu próprio desafio.
Bom, também afinal eu que inventei esse negócio, tenho que me matar de pedalar mas acabar em Monte Verde em cima da bike.
Alguns trechos de curvas, passa um riacho aqui, uma porteira ali e quando eu menos esperava...sim! Ladeira de novo, e outra para não botar defeito.
Servindo como consolo estar entre belíssimas árvores e a pouquíssimos km de Monte Verde. Aquela deveria ser a última pirambeira da pedalada, mas eu já estava como um motorzinho, parece que o corpo se adapta aquela situação. É um exercício psicológico interessante administrar a força do corpo, a energia e a ansiedade.
Pedalei legal em primeira marcha tentando não precisar descer de novo da bike para empurrar porque isso fazia perder muito tempo. Consegui fazer essa ladeira das árvores no em cima da minha companheira bicicleta.
Enfim, uma placa marrom simples, curta e grossa: MONTE VERDE
Que legal. Mas queria chegar o asfalto, como planejei. Uma reta, uma descida, mais uma subidinha para detonar de vez e ...asfalto! Cheguei, que gostoso. Poderia ir até a rua principal, até o Camping, mas chega! Tô exausto. Coloquei a bicicleta no rack e fomos procurar o camping.
Barracas prontas, tudo certo, banho tomado, deixamos as bikes no teto do carro mesmo e
Fomos curtir Monte Verde. Uma cantina italiana...ahhh Canelloni.
Acabamos numa cervejaria de importadas.
Erdinger, Paulaner, Guiness, Spaten, Oettinger...
Depois de alguns “gatorades frutas cítricas” aquilo era o paraíso.
Todo o desafio cumprido merece ser comemorado.
Abraços

Éramos mais ou menos 40 ciclistas e alguns líderes monitores que